Ímpeto: [Do latim impetu] Manifestação súbita e violenta; Movimento arrebatado; Pressa irrefletida; Impulso; Ataque; Precipitação; Fúria; Furor...
Quem: Lélio Jr, 25 anos, advogado(?), amazonense por natureza, roraimense de coração(!). Poliglota? Às vezes. Do contra? Sempre que preciso (e alguém se abstém de ser?).
O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como preferir) que “um filho seu não foge à luta”.
Tanto Serra como Dilma eram militantes estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e arrogantes, resolveram dar o mais besta dos golpes militares da desgraçada história brasileira.
Com alguns tanques nas ruas, muitas lideranças, covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento histórico brasileiro, “colocaram o rabinho entre as pernas” e foram para o Chile, França, Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político durante longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos salários. Foi nas belas praias do Chile, que José Serra conheceu a sua esposa, Mônica Allende Serra, chilena.
Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está escrito em nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com suas próprias vidas, sofreram
prisões e torturas infindáveis, realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa.
Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da solidariedade e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou ninguém, ao contrário do que informa vários e-mails clandestinos que circulam Brasil afora.
Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou eleitor. Somente por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff guerreira, já me bastam para definir o voto na eleição presidencial de 2010. Detesto fujões, detesto covardes!
Pedro Bial, jornalista.
Por Lélio Jr às Segunda-feira, Outubro 18, 2010 ::Comente ()
Domingo, Agosto 08, 2010
Enquanto isso, na página principal do UOL...
E o UOL entra pro time da Globo.com e outros sites que assassinam a língua portuguesa, vejam a manchete:
Clique na imagem para ampliar
Revange? Deve ter sido influência do João Havelanche!
Revanche, meus amigos, revanche!
Por Lélio Jr às Domingo, Agosto 08, 2010 ::Comente ()
Sexta-feira, Junho 04, 2010
O berço do direito alternativo nacional também tem suas mazelas
Quando trata-se do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, espera-se relatar exemplos de iniciativas procedimentais e inaugurações de teorias jurídicas revolucionárias.
Pois, essa matéria publicada hoje, 04/06/2010, revelou que mesmo o berço do direito tem lá as suas mazelas, vejamos:
04/06/2010 - 08h00
DECISÃO
Perito judicial espera 17 anos pelo pagamento de honorários
Dezessete anos depois de ter feito a avaliação dos bens que compunham um espólio, um perito judicial do Rio Grande do Sul poderá finalmente receber o pagamento pelo seu trabalho. Os laudos do perito foram apresentados em um processo em 1993. Três anos depois, ele iniciou uma ação de execução para cobrar os honorários que lhe eram devidos. Graças a uma série de manobras judiciais por parte dos representantes do espólio, o processo se arrastou até agora sem que o profissional pudesse receber pelos serviços prestados.
A última tentativa de protelar o pagamento foi um recurso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que acabou frustrado por decisão unânime da Terceira Turma. Além de negar seguimento ao recurso, a Turma condenou a parte recorrente por litigância de má-fé e lhe aplicou multa de 1% sobre o valor da execução, mais 10% a título de indenização. Nos 14 anos em que a ação de execução vem tramitando, a Justiça já havia aplicado outras multas por abuso do direito de recorrer.
“A injustificada resistência oposta pelos recorrentes ao andamento da ação de execução e sua insistência em lançar mão de recursos e incidentes processuais manifestamente inadmissíveis caracterizam a litigância de má-fé”, afirmou a relatora do recurso no STJ, ministra Nancy Andrighi. “Felizmente, não são muitas as hipóteses nas quais o Judiciário se depara com uma conduta tão desleal quanto a dos recorrentes”, acrescentou a relatora.
Neste último lance do processo, os representantes do espólio tentavam derrubar, com mandado de segurança, uma decisão da Justiça gaúcha que mandara um imóvel a leilão para garantir o pagamento dos honorários do perito. “A impetração de mandado de segurança para questionar ato judicial somente é possível em casos de decisões teratológicas, de flagrante ilegalidade ou abuso de poder”, disse a relatora, sustentando que não é este o caso dos autos.
Para a ministra Nancy Andrighi, “apenas o total desconhecimento dos requisitos necessários à admissibilidade do mandado de segurança justifica a apresentação deste recurso, porque nenhum impetrante tem direito líquido e certo à decisão judicial que lhe pareça correta”.
Coordenadoria de Editoria e Imprensa Fonte: clique aqui.
O coitado, auxiliando a justiça, e não teve o mínimo de prestígio!
Por Lélio Jr às Sexta-feira, Junho 04, 2010 ::Comente ()
Domingo, Maio 30, 2010
Discurso da Formatura - Turma de Formandos de Direito da UESC - 2004.2 Lido por mim... Bom demais relembrar...
Vejam só! Nada como 1.776 dias após os outros...
Feito flechas lançadas por firmes arcos, guiados pelas mãos do grande arqueiro, partimos afoitos em busca de sonhos.
E como não há dia melhor para confissões, confesso, em alto e bom tom, que temi o começo. Mas quem de nós não temeu?
Se não fosse trágico, chegaria a ser cômico a nossa enorme dificuldade para nos adaptarmos a mudanças, a transformações. Seria como se nos estivessem usurpando toda a paz e comodidade que, desde crianças, sempre nos ofereceram. E crianças não mais éramos, tampouco voltaríamos a ser. Outra das inúmeras crueldades do deus Cronos...
Não que a segurança e a proteção tenham desaparecido, não é isso. Mas nossas pernas já eram fortes o bastante para caminharem sozinhas, ou, ao menos tentarem. E a universidade é o lugar mais propício para tombos e desacertos. Ela traz consigo o dom de destruir e construir conceitos; vendar e desvendar verdades; fechar e trilhar caminhos; pôr abaixo pequenos mundos e estilhaçar as janelas das torres de marfim, nas quais teimamos em nos enclausurar.
Agora, raciocinem comigo e, desde já, perdoem-me a confessa ignorância literária, porém desconheço a existência de qualquer livro, best seller ou não, composto por cerca de cem histórias diferentes, que se entrelaçam num determinado momento da trama e que, ainda assim, mantenha a harmonia. Aos trancos e barrancos em certas horas, é verdade, mas sempre embebidos no equilíbrio e na perseverança das flechas talhadas para o sucesso. Ouso afirmar que nem mesmo Amados ou Saramagos seriam capazes de imaginar tão engenhoso enredo. Nem eles...
E dos percalços então vividos, foram firmados os alicerces de um futuro gradativamente mais próximo e, oxalá, deveras promissor.
Transportemos para o mundo aqui de fora a esperança e a dedicação que esparramamos, durante cinco verões, pelos corredores daquela academia!
E que triunfemos, não só nas cortes e pretórios, mas também na mais longa e árdua das causas: que deixemos, senhores, nossos nomes gravados, com letras douradas, no PROCESSO DA VIDA!
Por Lélio Jr às Domingo, Maio 30, 2010 ::Comente ()
Sábado, Janeiro 09, 2010
A TRISTE REALIDADE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA
Gerivaldo Alves Neiva¹
Há poucos dias (11/12), o Tribunal de Justiça da Bahia elegeu uma nova mesa diretora para o biênio 2010/2011. A Desembargadora Telma Britto, atual Corregedora Geral, foi eleita em 2º turno com 18 votos de seus pares. Sua concorrente foi a Desembargadora Lícia Laranjeira, que não fazia parte da atual mesa e obteve 11 votos, totalizando 29 votantes.
A primeira vice-presidente será a Desembargadora Maria José Sales Pereira, atual Corregedora das Comarcas do Interior; a segunda vice-presidente será a Desembargadora Lealdina Torreão, atual primeira vice-presidente; o Corregedor Geral da Justiça será o Desembargador Jerônimo dos Santos, atual segundo vice-presidente e a Desembargadora Lícia Laranjeira, derrotada na disputa pela presidência, será a Corregedora das Comarcas do Interior.
No final da história, depois de encerrada a música, a atual presidente, Desembargadora Sílvia Zarif, não participou da disputa e ficou sem assento e a Desembargadora Lícia Laranjeira tomou o assento da Corregedoria das Comarcas do Interior. As demais cadeiras foram tomadas pelos mesmos que já estavam sentados na gestão atual, trocando apenas de lugar. Além de parecer aquela brincadeira para ver quem senta primeiro quando se interrompe a música, uma eleição nestes moldes faz também lembrar um conclave para a sucessão papal na Capela Sistina, testemunhado apenas pelos belíssimos afrescos de Michelangelo. A fumaça branca que precede o tradicional “Annuntio vobis gaudium magnum: habemus papam”, agora é substituída por um breve comunicado aos pobres mortais no “site” oficial: “temos presidente.”
Aliás, para uma eleição definida por um colégio de 33 votantes – a composição atual do TJBa – não se pode esperar muitas novidades. Além disso, conforme a norma regimental, apenas os mais antigos podem ser eleitos. Não há lugar para surpresas nesta eleição. Se existem cinco cadeiras vagas, cinco serão os concorrentes. Por coincidência, os mais antigos. Assim, tal qual na Capela Sistina, existem os que votam e os poucos que podem ser votados. São os Cardeais da Igreja de Roma. No mais, no caso específico do TJBa, como sempre aconteceu, a magistratura de primeiro grau acompanhou através da imprensa as articulações em torno de candidaturas, ficou sabendo da existência do “grupo” deste ou daquela Desembargadora, não participou das discussões sobre as propostas dos candidatos e, entra ano e sai ano, recolhe-se à sua insignificância e ao cumprimento de metas a qualquer custo.
Sendo assim, o (a) eleito é consequência de articulações de uma cúpula e com esses poucos, portanto, deve decidir e determinar o que deve ser feito por muitos, os da base, os que “carregam o piano”, os que estão nas Comarcas mais longínquas na labuta diária da judicatura e os primeiros na linha de frente da prestação jurisdicional. Não existe cumplicidade alguma, portanto, entre a cúpula eleita por poucos e a magistratura de primeiro grau, o que torna, muitas vezes, verdadeira a recíproca, ou seja, também não existe cumplicidade entre a base e a cúpula, pois divergentes os interesses e as expectativas. É como se um grande fosso separasse a cúpula do Tribunal da magistratura de primeiro grau.
É um processo em que a democracia, em pleno século XXI, passa ao largo. Ora, nenhum Regimento, nenhuma decisão de Tribunal Superior e nenhuma Lei podem justificar um processo eleitoral dessa natureza. Não existe mais lugar na sociedade para imposições e decisões tomadas pelo alto. Aliás, nem mesmo nas relações familiares se aceita mais imposições. Com efeito, no século XXI, a mulher trabalha fora, vota e participa plenamente da vida social. Acabou-se o tempo da subserviência ao marido. Da mesma forma, os filhos questionam, participam e se rebelam contra todas as formas de mando de seus genitores. Ao Tribunal de Justiça da Bahia, portanto, faltou coragem e disposição para mudar, em favor da democracia, a forma de escolher sua mesa diretora.
Sendo assim, para a magistratura de primeiro grau, como consequência, reina um verdadeiro “salve-se quem puder” ou o “farinha pouco, meu pirão primeiro”, pois se sentem descompromissados com a proposta dos eleitos e sem referencial para sua própria atuação e ações cotidianas. É incompreensível que alguém, de outro lado, eleito por este formato fora de moda, possa exigir “gestão democrática”, “planejamento estratégico” e outras novidades “empresariais” se não apresenta uma prática democrática como exemplo a ser seguido. Tudo o que dirá neste sentido, consequentemente, soará como falso e não repercutirá a ponto de contribuir para a construção de um poder verdadeiramente democrático e voltado à realização da Justiça.
Evidentemente que esta situação não é de responsabilidade deste ou daquele desembargador em particular, dos eleitos ou dos derrotados, mas consequência de uma estrutura secular, extremamente formalista, atrasada, paquidérmica e fora de sintonia com a contemporaneidade. O mundo tornou-se rápido, dinâmico, pequeno e, ao mesmo tempo, extremamente complexo. O Poder Judiciário, de sua vez, como se adormecido em um longo e secular sono, continua com seus rituais quase medievais e em desarmonia com o mundo contemporâneo.
Não bastasse isso, o Poder Judiciário da Bahia ainda tem suas particularidades que colaboram na manutenção e fortalecimento dessa contradição.
Como exemplo, tome-se a composição do Tribunal de Justiça.
Pois bem, a Bahia é o 4º Estado em população, ficando atrás de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro e à frente do Rio Grande do Sul e Paraná. Porém, apesar da previsão legal de 53 Desembargadores, o Tribunal da Bahia conta atualmente com 33 Desembargadores, ou seja, 62% do previsto em Lei. Enquanto isso, o Tribunal de Justiça de São Paulo conta com 355 Desembargadores, Minas Gerais conta com 120 Desembargadores, Rio de Janeiro conta com 180 Desembargadores, Rio Grande do Sul conta com 140 Desembargadores e Paraná com 120 Desembargadores.
Em resumo:
ESTADO
POPULAÇÃO (1)
DESEMBARGADORES
São Paulo
39.827.570
355
Minas Gerais
19.273.506
120
Rio de Janeiro
15.420.375
180
Bahia
14.080.654
33
Rio G. do Sul
10.582.840
140
Paraná
10.284.503
120
1) Informação oficial do IBGE para o ano de 2007
Esses números dispensam comentários e nos causa um forte desânimo. De um lado, essa absurda desproporcionalidade implica, sem dúvidas, na morosidade dos julgamentos dos recursos e na dificuldade de inovações e criatividade nos julgamentos, seguindo-se, quase sempre, os "precedentes" da própria corte. De outro lado, o número reduzido de Desembargadores termina transformando o Tribunal de Justiça da Bahia em local de acesso quase proibido por grande parte da magistratura de primeiro grau. Por fim, é o poder extremamente concentrado nas mãos de uns poucos e, sendo assim, mais fácil de ser mantido e controlado.
Para complicar ainda mais a situação, a Lei de Organização Judiciária da Bahia prevê um quadro de 1.063 juízes no primeiro grau, mas somos hoje apenas 563 juízes, ou seja, apenas 52% da previsão legal. Isto significa dizer que o judiciário baiano funciona, em primeiro grau, com praticamente metade dos juízes necessários e, no segundo grau, com apenas 62% do número de desembargadores previsto em lei, o que ainda não seria suficiente em relação à população do Estado e em comparação com outros Estados. Proporcionalmente, a Bahia deveria contar, no mínimo, com 150 Desembargadores, mas conta atualmente com apenas 33 Desembargadores.
Como se ainda não fosse pouco, a estrutura do gabinete do Juiz da Bahia é ele e ele mesmo. Enquanto isso, no Rio de Janeiro, por exemplo, a estrutura do gabinete do juiz é composto de “Secretário do Juiz, um Auxiliar de Gabinete e dois Assistentes de Gabinete, podendo ter auxílio de estagiários de Direito.”
É esta, portanto, a triste realidade do Poder Judiciário da Bahia.
Um Poder sem democracia interna, extremamente concentrado, sem transparência em sua gestão, pequeno demais para a população do Estado, sem a estrutura necessária à boa prestação do serviço e sem solução a curto prazo, pois trabalha no “limite prudencial” do repasse da verba do Executivo estadual.
Essa aparente fortaleza, porém, tem se quedado humildemente às ingerências do Conselho Nacional de Justiça - CNJ. Não se rebelou uma única vez, aceitou o CNJ tornar sem efeito decisões do próprio Tribunal Pleno, cortou direitos e vantagens de juízes e servidores a mando do CNJ e a presidente que ora encerra sua gestão, em determinado momento, chegou a afirmar, publicamente, que o CNJ não estava mais atendendo, sequer, suas ligações telefônicas.
A conclusão a que se chega, finalmente, é que o Poder Judiciário da Bahia só ainda funciona por conta da dedicação de seus servidores, apesar da falta de estrutura e reciclagem, e de alguns Desembargadores e Juízes (com D e J maiúsculos) abnegados e vocacionados. São Magistrados que não veem a magistratura como um bom emprego ou como a possibilidade de ficar rico, mas como a atividade necessária e fundamental na construção de uma sociedade livre, justa e solidária, fundada na cidadania e dignidade da pessoa humana, conforme determina a Constituição Federal de 1988.
Conceição do Coité, 21 de dezembro de 2009
¹ Juiz de Direito da Comarca de Conceição do Coité.
Por Lélio Jr às Sábado, Janeiro 09, 2010 ::Comente ()
Terça-feira, Dezembro 01, 2009
Os magistrados das Turmas Recursais dos Juizados da Bahia adoram música!
Comecemos pelo começo (oh!). Estava eu fazendo uma pesquisa de jurisprudência nas Turmas Recursais dos Juizados da Bahia e eis que me aparece um acórdão com o verbete "concerto".
Isso mesmo, concerto de música referindo-se ao conserto sinônimo de reparo. Isso mesmo (de novo), magistrados, bacharéis em direito, concursados, letrados e designados à revisão das decisões monocráticas dos Juizados baianos.
Insatisfeito, decidi fazer uma consulta pelo famigerado "concerto". Segue a prova do crime, aliás, dos crimes!
PS: Eu olhei no inteiro teor do acórdão para confirmar que não foi mero erro material.
Clique na imagem para ver o tamanho grande.
~:-O
Por Lélio Jr às Terça-feira, Dezembro 01, 2009 ::Comente ()
Sábado, Novembro 28, 2009
Apagão no Brasil x Apagão no Brasileirão
Blecaute (black-out, ou coisa parecida) correndo solto (vide comentários) e, enquanto isso, torcedores discutem a declaração de Obina à rádio Transamérica FM (de São Paulo), admitindo que houve agarra agarra na grande área e que, portanto, poderia sim ter cometido a falta que resultou na anulação do gol.
Mérito a parte, o melhor mesmo é o comentário de um torcedor apaixonado:
Eu, minha mulher, Minha mulher e eu: Monogamia... Monotonia...
Amor, não tem nada a ver com a gente, mas essa poesia é engraçada demais!!! TE AMO MAIS QUE TUDO!
Por Lélio Jr às Quinta-feira, Novembro 26, 2009 ::Comente ()
Segunda-feira, Novembro 02, 2009
Quatro dias "desligado" do mundo e...
Feriadão em Salvador/BA, caos no apartamento apertado, mas aconchegante de meus cunhados, completamente desligado do mundo e quando eu leio os sites de notícia, não tem uma só manchete positiva?
Num sei quem morreu, num sei quem fala mal de num sei quem, alagamento em Ilhéus.
Será que não existe um site de jornalismo positivo? (acabei de inventar esse termo)
Um site assim: jovens da universidade "tal" desenvolvem material de reciclagem tão resistente quanto o aço e quatro vezes mais barato. Ou governo decide investir em ferrovias para conectar boa parte do Brasil.
Puta merda, ou algo assim: Lélio Jr ganha bolada e paga todas as dívidas.
Tá foda, viu... tá mesmo...
>:-\
Por Lélio Jr às Segunda-feira, Novembro 02, 2009 ::Comente ()
Quarta-feira, Outubro 28, 2009
Mais uma da série: "falta uma promotoria de defesa da gramática"...
Fato 1 - O cara conseguiu tirar 6,0 (errar duas questões de marcar) de uma prova que estava completamente na apostila disponibilizada. Frise-se que nem seria necessário assistir aos vídeos, que ele tanto reclama
Fato 2 - Como pode um ser desse ter saído sequer do 1º grau, se ele não consegue ligar as orações do período?
Fato 3 - Como pode ele querer ter um título de pós-graduação?
Fato 4 - Se fosse só ele que completou o curso de direito e não sabe escrever, eu não passaria a metade da raiva que já passo todo dia, lendo peças, despachos, decisões e sentenças absurdas.
Fato 5 - Eu tô rabugento demais hoje!
>:-)
Por Lélio Jr às Quarta-feira, Outubro 28, 2009 ::Comente ()
Terça-feira, Outubro 20, 2009
Coisas engraçadas que vão mudar o mundo...
Nunca é tarde para mudar de atitude!
Por Lélio Jr às Terça-feira, Outubro 20, 2009 ::Comente ()
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
Muito bom, mas...
Sem hipocrisia, a foto é muito boa... a idéia é muito boa... a moça é muito gente fina (disfarça, porque Fau lê isso aqui!)...
Aqui, dos meus vinte e poucos anos (vide Fábio Jr, e comentário de Jacson), posso admirar a idéia da propaganda e o fundo... do ônibus, claro!
Como morador desta bela cidade de Ilhéus, vejo boa quantidade de crianças circulando nos carros, nas vãs de transporte escolar, nos próprios ônibus e caminhando pelas ruas. Pensar que uma criança pode deparar-se com uma cena dessa, causa em mim alguma aflição, não porque acho que a sexualidade seja prejudicial ao ser humano, mas pela convicção de que há tempo para todas as coisas debaixo dos céus (dessa vez, vide Bíblia).
A foto em destaque foi tirada através de meu celular na quinta-feira, 27 de agosto de 2009, exatamente às 09:19 horas, na Av. Lomanto Júnior, bairro do Pontal.
Não vou conclamar as autoridades a tomarem providências, prefiro pedir que a empresa anunciante e aquela proprietária do ônibus entendam quão inoportuna é uma propaganda com esta conotação em um local de tão absoluta visibilidade.
Recado dado...
Por Lélio Jr às Quarta-feira, Setembro 30, 2009 ::Comente ()
Sexta-feira, Setembro 25, 2009
A imprensa, definitivamente, me incomoda...
A manchete é geral: Imagens mostram desfecho de sequestro com granada. Atirador de elite aproveitou hora em que refém se abaixou. Autor dos disparos estava no último andar de um prédio. (Fonte: clique aqui).
Interessante que, apenas para exemplificar, a Globo fez várias matérias sobre o tema e, pasmem, nenhuma delas parabenizando a ação da Polícia Militar carioca.
Se a refém tivesse morrido... criticar seria o mínimo feito pela imprensa.
Tudo bem, um ser humano foi morto (com uma grana defensiva de guerra, e tirando o pino por duas vezes), mas outros tantos foram poupados.
O desfecho pode não ter sido completamente misericordioso, porém, reconheçamos, foi o mais misericordioso possível para aquela situação.
Parabéns à Polícia Militar do Rio de Janeiro.
Por Lélio Jr às Sexta-feira, Setembro 25, 2009 ::Comente ()
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
Castração química para pedófilos reincidentes...
A matéria é do Estadão (clique aqui pra ler) e dá conta de que um Projeto de Lei, que está por ser apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, prevê a castração química para os pedófilos a partir da segunda condenação.
Não resisti e comentei, em homenagem ao meu sócio, Jacson Cupertino (defensor dos fracos e oprimidos) heheheh. Segue o relato.
É abominável a prática da pedofilia. Mas castrar, ainda que quimicamente, qualquer pessoa é tão abominável quanto. Basta ter-se em mente que a sociedade que estaria aceitando esta castração não é doente, mas o criminoso, via de regra, é.
A propósito, vamos então decepar as mãos dos ladrões, extirpar os olhos dos assassinos e chicotear os servidores públicos preguiçosos. Só para não deixar de fora, chicoteemos os médicos, odontólogos e outros profissionais liberais que nos fazem esperar horas por um atendimento. Ah, e os motoristas que ultrapassam pela via direita da pista e não respeitam os sinais de trânsito, chicoteemos todos.
Cuidado, todavia, para que o próximo a provar o ardor do açoite não seja você.
Tô certo, ou tô errado? (Roque Santeiro)
Por Lélio Jr às Quarta-feira, Setembro 16, 2009 ::Comente ()
Terça-feira, Setembro 15, 2009
Quem avisa, amigo é
Assistindo ao filme Hancock, vendo a bela Charlize Theron, veio à minha mente a terrível (e controversa) história do assassinato do pai dela pela mãe.
Ato contínio, de uma mente fértil e ociosa, não pude deixar de lembrar da tragédia que envolveu Maitê Proença, em que o pai assassinou a mãe da coitada.
Conclusão?
Se você é loira e quer ser atriz, todo cuidado é pouco com objetos pontiagudos, contundentes ou mesmo armas de fogo. Mantenha-os longe de seus pais!
tsc tsc, quanta besteira, mas foi pra atualizar e dizer, essa semana posto 2 novos causos jurídicos interessantes.
Abraço.
Por Lélio Jr às Terça-feira, Setembro 15, 2009 ::Comente ()